«Obrigada... Amo-te por não precisar de explicar-te tudo.»
«Tens as pupilas muito dilatadas! Andaste a drogar-te?»
Perante as evidências não houve possibilidade de contestar. Assumi, porque seria incapaz de mentir. Ouvi um extenso sermão de cabeça baixa e respondi-lhe que aquela era eu. Abraçou-me com força e disse que não suportaria a hipótese de me acontecer algo de terrível. Não queria perder-me. Disse que me amava.
Excerto de de dia e de noite.
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